sábado, 12 de janeiro de 2013

Pensavam que estava tudo a correr sobre rodas, ou melhor, sobre asas?

Dia 6 de janeiro de 2013, dia de Reis, vai ser um dia inesquecível para algumas pessoas. 
Depois de uma curta noite de sono, acordo bem cedo e preparo-me para a longa viagem até Timor. Malas no carro e aí vamos nós (família e amiga) pela 2ª circular até ao aeroporto.
Check-in!!!!!
 Entrego o bilhete e......elá..... há problemas.
L,  S.......
  Pois é, a troca de uma letra iria originar uma catadupa de telefonemas para Timor e o domingo, que tinha tudo para ser calmo, colapsou.
É claro que dei conta desse erro e alertei a agência com muita antecedência.
Seguem-se 2 horas de intensa troca de impressões com a TAP, com a Qatar Airways, telefonemas para a agência, para a coordenação, idas e vindas, nervos e, no fim, choro de raiva. Isto é irreal, não está a acontecer, é um pesadelo. Quero acordar, isto não se admite.

Uma letrinha apenas, linda, inofensiva... Pois, mas suficientemente poderosa para não poder embarcar.
Choro, sim, principalmente de raiva.
Da agência comunicam-me que posso ir dia 12 com o outro grupo de colegas de trabalho. Claro que aceito!
De novo, malas no carro e 2ª circular em sentido inverso até casa.
Aos poucos, começo a acalmar e a perceber que se isto tivesse acontecido em Barcelona ou no Qatar seria bem pior e teria de ficar apeada.
Chave de casa na mão, malas à porta e .... um ano passou assim tão rápido?
 Não. Apenas o tempo voltou para trás 7 dias.
Ironicamente, penso que isto foi apenas um ensaio. Para a próxima vai correr melhor. A ver vamos!.
Uma palavra de agradecimento à Filipa, ao Artur e à Madalena pelo carinho e disponibilidade demonstradas.
Foi um treino? Amanhã vai correr melhor. Ai vai, vai. Tem de ir. Depois conto.







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