segunda-feira, 25 de março de 2013

No arquipélago das Gili
Há já dois dias que estou na Gili Trawangan.
Depois de uns passeios por Bali, rumámos a uma das 3 Gili perto de Lombok.
Após uma hora e meia de viagem de barco em que não faltou o percalço de, decorridos cerca de 100m, termos que voltar a terra para substituição do motor, eis que atracamos numa bela ilha de águas ligeiramente mais frias do que as de Timor mas de uma cor de vários tons de azul e verde e de areia quase branca mas tão fina como açúcar. Na verdade, uma ilha paradísiaca








As três ilhas








Em frente existe a Gili Meno e, por detrás dessa, a Gili Air.
Esta é a maior das três.
Pode-se encontrar aqui dois tipos de turismo: o mais económico que se instala em pequenos hotéis e o de luxo, o dos resorts. Eu estou no primeiro tipo.
Procurar um local para ficar não foi difícil porque alguns colegas já conheciam a ilha e foram ao sítio certo. Na primeira noite, ficámos num mas, depois de vermos outras instalações melhores e pelo mesmo preço, resolvemos mudar (350 000 rúpias por noite sem pequeno almoço).
É constituído por 6 aposentos, com espaço para aumentar, com uma arquitetura, penso que típica da ilha. De bloco de cimento mas revestida a madeira e "colmo" o que lhe dá um ar aconchegante. No centro uma pequena piscina que não usei. Prefiro a praia. A casa de banho tem o piso feito com lajes de rocha vulcânica e pequenos calhaus rolados soltos. Parte deste espaço não tem cobertura. Não há água quente, mas para quê?
É de uma australiana e parece-me que são eles (australianos) os donos dos resorts daqui. É ver o cuidado e o gosto dos materiais utilizados. Mais afastado da zona onde atracam os barcos, ficam os resorts de luxo que se são lindos de dia, à noite são espetaculares. Não são para o meu bolso.
Não há meios de transporte motorizado, só bicicletas e carroças puxadas por cavalos ou éguas e pelas próprias pessoas. Trata-se de uma forma de preservar a ilha. Claro que isto faz encarecer os produtos que se vendem nas inúmeras lojas da principal rua da ilha.
Na praia aparecem restos de corais resultado do tipo de pesca que se fazia há alguns anos e que danificaram gravemente os recifes. Li algures que estão a recuperar. Ainda bem que começou a haver mais consciência ecológica.
Para comer, há de tudo: carne, peixe vegetais, frutas...
Para comprar, há muitas lojas, a maioria com roupa de pouca qualidade...
Há massagens, aulas de culinária, aulas de mergulho, etc.
A ilha não produz nada. Tudo vem de Lombok que fica bastante perto.
Parece o paraíso! Não me tirem daqui! Não quero voltar a Maliana!
Tem de ser. Para a semana recomeça o trabalho.
O pôr do sol

Um resort de luxo

A água da praia

Onde estou alojada

O meu pequeno almoço de ontem

Eu, com o meu vestido de estilo indonésio


3 comentários:

  1. Olá Maria de Deus,

    Uma vez mais, gostei muito da descrição que fazes do local onde te encontravas. Sem lá ter ido ainda fiquei com uma ideia muito interessante das ilhas Gili. Aliás, estou convencido, que daqui a uns tempos quando resolver rever o teu blog e passar por aqui, irei ter a sensação de que já estive nessas ilhas.

    Essa descrição complementada com estas fotos tão elucidativas, torna a mesma muito mais objetiva e convincente. Parabéns. Continua para que eu e os outros leitores do teu blog possam ficar a conhecer um pouco mais dessa zona do globo.

    E esse pequeno almoço,......... Hum. ........ É sim, é como eu gosto.

    Já agora, se não te importas, manda vir um igual para mim.

    Chego num instante.......... Podes mandar por na minha conta......... Hoje pago eu.

    Um beijo e até sempre.

    Fernando dos Santos


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  2. Gostei muito da descrição e das fotos, parece um sítio onde não me importava estar agora! Aproveita bem e diverte-te! Beijinhos

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  3. Fernando Louro Alves2 de abril de 2013 às 23:18

    Sortuda !
    Estás-me a encher de inveja...
    Mas uma inveja saudável: diverte-te muito miuda
    Beijinhos

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